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<url><loc>https://aguasprofundasamazonia.com.br/videos/boiuna-cobra-grande/</loc><video:video><video:thumbnail_loc>https://i.ytimg.com/vi/KQyY31zHmY8/maxresdefault.jpg</video:thumbnail_loc><video:title>Dossiê Boiúna: a Maior Cobra Dorme Sob os Rios do Pará</video:title><video:description>O episódio percorre as versões da Boiúna contadas às margens dos rios do Pará: guardiã das águas para uns, devoradora de barcos para outros, sempre anunciada pelos mesmos sinais, a correnteza que para, o peixe que some, o ar pesado. Depois vai aos livros. Em O Selvagem, de 1876, Couto de Magalhães não registra o nome Boiúna, mas registra a Cobra Grande, numa lenda tupi sobre a origem da noite, que estava adormecida no fundo das águas. Sílvio Romero reproduziu o mesmo conto em 1897. O vídeo também narra casos de pescadores e viajantes contados como acontecidos. Não encontramos documento para eles, e por isso esta página fica com o que tem fonte: a lenda de 1876 e a tradição oral, apresentada como tal.</video:description><video:player_loc>https://www.youtube-nocookie.com/embed/KQyY31zHmY8</video:player_loc><video:duration>1091</video:duration><video:publication_date>2026-09-25T20:31:06+00:00</video:publication_date><video:live>no</video:live></video:video></url>
<url><loc>https://aguasprofundasamazonia.com.br/videos/lenda-do-curupira/</loc><video:video><video:thumbnail_loc>https://i.ytimg.com/vi/DLDrKb-u_fw/maxresdefault.jpg</video:thumbnail_loc><video:title>A Lenda do Curupira: o Dono da Mata que Castiga Caçadores</video:title><video:description>O episódio começa por uma frase de exercício. Em 1876, Couto de Magalhães publicou O Selvagem, com um curso de língua tupi, e entre as frases para treinar está a pergunta: você algum dia viu o Curupira? A resposta do exercício é que sim, uma vez, no mato. Daí o vídeo percorre o que se conta nas comunidades ribeirinhas e o que está nos livros: a carta do jesuíta José de Anchieta, de 1560, que já fala dos corupiras temidos pelos indígenas; o Curupira de Couto de Magalhães, guardião das florestas, que bate nas sapopemas antes da tempestade e condena quem estraga árvores a se perder na mata; e a Caipora do conto do jabuti, recolhido por Sílvio Romero. Os castigos de caçadores, madeireiros e pescadores são narrados como relato oral, sem nome, data nem documento, e o vídeo diz isso em voz alta. Nesta página, só o que tem fonte aparece como fato.</video:description><video:player_loc>https://www.youtube-nocookie.com/embed/DLDrKb-u_fw</video:player_loc><video:duration>1166</video:duration><video:publication_date>2026-10-08T23:00:43+00:00</video:publication_date><video:live>no</video:live></video:video></url>
<url><loc>https://aguasprofundasamazonia.com.br/dormir/lendas-amazonicas/</loc><video:video><video:thumbnail_loc>https://i.ytimg.com/vi/GuqXC3AdCd4/maxresdefault.jpg</video:thumbnail_loc><video:title>Histórias de Terror da Amazônia para Dormir | Lendas dos Rios, lidas devagar (1h31)</video:title><video:description>Em 1890, o botânico João Barbosa Rodrigues publicou no Rio de Janeiro o Poranduba Amazonense, uma coletânea de contos que ele ouviu e anotou na língua geral entre 1872 e 1887. Poranduba, nas palavras dele, quer dizer histórias fantásticas, fábulas. Este episódio lê alguns desses contos, um por capítulo, e entre um e outro acompanha as páginas de dois viajantes que passaram pelos mesmos rios: Henry Walter Bates, que publicou o seu livro em 1863, e Herbert Smith, em 1879. Perto do fim, quando a noite já está funda, entra uma lenda literária: a Yara contada por Affonso Arinos, publicada em 1917. Cada capítulo se entende sozinho. Não é preciso guardar nenhum nome, e não há susto no meio do caminho para acordar quem já dormiu. Tudo o que se ouve foi lido nos livros originais, de domínio público, e cada fato tem a sua página. A redação e as traduções do inglês e do português de 1890 são nossas. Onde o livro não diz, a narração também não diz.</video:description><video:player_loc>https://www.youtube-nocookie.com/embed/GuqXC3AdCd4</video:player_loc><video:duration>5462</video:duration><video:publication_date>2026-10-15T00:00:38+00:00</video:publication_date><video:live>no</video:live></video:video></url>
<url><loc>https://aguasprofundasamazonia.com.br/videos/matinta-pereira/</loc><video:video><video:thumbnail_loc>https://i.ytimg.com/vi/lSDxn10EiUw/maxresdefault.jpg</video:thumbnail_loc><video:title>Matinta Pereira: a Lenda do Pará que Cobra Fumo</video:title><video:description>A Matinta Pereira vive quase toda na tradição oral. O episódio acompanha o que se conta nas comunidades do Pará e de outros rios da Amazônia: o assobio que vem antes, a velha que não fala, a cobrança de fumo e as versões em que ela castiga quem não paga. No meio do caminho, o vídeo pergunta por que justamente fumo, e lê a lenda como uma regra da comunidade: quem acredita nela não corta árvore à toa, não pesca sozinho de madrugada e não entra na mata sem avisar. No fim, aponta uma ausência: em O Selvagem, de Couto de Magalhães (1876), com dezenas de lendas tupi recolhidas em campo, ela não aparece. Nesta página acrescentamos um registro que o vídeo não cita, o do naturalista Herbert Smith, de 1879, com a página.</video:description><video:player_loc>https://www.youtube-nocookie.com/embed/lSDxn10EiUw</video:player_loc><video:duration>1092</video:duration><video:publication_date>2026-10-01T23:00:00+00:00</video:publication_date><video:live>no</video:live></video:video></url>
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