Rádio do sono do Águas
Publicado em · texto produzido com IA sob direção e revisão humanas.
A Rádio do sono do Águas Profundas é uma transmissão ao vivo no YouTube, todas as noites das 21h às 8h45 (horário de Brasília), com lendas da Amazônia lidas devagar, contos inteiros e som de chuva e de rio entre eles. O player abaixo mostra a transmissão do dia quando ela está no ar.
Fora do horário, o player pode aparecer como indisponível. Nesse caso, a transmissão ainda não começou ou já terminou: veja as gravações das noites anteriores mais abaixo ou abra o canal ao vivo no YouTube.
Qual é o horário da Rádio do sono?
Das 21h00 às 8h45, horário de Brasília, todos os dias: 11 horas e 45 minutos de transmissão. Quando termina, a gravação da noite fica no canal, como vídeo público.
O que toca na Rádio do sono?
Cada noite tem a mesma forma, com contos diferentes:
- Boa noite (5 minutos): uma fala curta sobre chuva e rio, com a imagem escurecendo aos poucos.
- Contos inteiros (de duas a três horas): dois ou três trechos que começam e terminam no limite de um capítulo, nunca no meio de um conto, com um intervalo de ambiente entre eles.
- Chuva e rio até o fim: só o som da água, com a tela quase escura e uma imagem de paisagem diferente a cada hora.
Os contos vêm dos vídeos de histórias da Amazônia para dormir e do audiolivro Serão das Águas. Do vídeo de lendas amazônicas entram, por exemplo, O Maguary e o sono, A chuva da preguiça, A Matinta e a pergunta sobre o melado e A Yara, versão de Manaus. Do vídeo das histórias dos rios, As lágrimas da lua, As moças da água e As casas que sobem com o rio. Do audiolivro, os contos de Sílvio Romero, como A Raposinha, Maria Borralheira e O Papagaio do Limo Verde. Nenhum conto da noite repete na noite seguinte.
O som de chuva e de rio é sintetizado por computador, feito de trechos de dez minutos, cada um diferente do outro, e não se repete em ciclo. A voz é sintética e as imagens são geradas por inteligência artificial; as histórias vêm de livros em domínio público, e a pesquisa, a escolha dos contos e a revisão são humanas.
Como ouvir a Rádio do sono?
Deite com o volume baixo, deixe a tela com pouco brilho ou virada para baixo e abra o player desta página ou o canal no YouTube. A rádio foi feita como companhia para a hora de relaxar, com voz calma e sem sustos. O canal não promete nenhum efeito no sono: cada pessoa reage de um jeito, e quem tem dificuldade persistente para dormir deve procurar um profissional de saúde.
Onde ficam as gravações das noites anteriores?
No YouTube, na playlist Para dormir: lendas do Brasil lidas devagar, e na aba de transmissões do canal Águas Profundas. As gravações das noites ficam públicas e não são apagadas.
Quais vídeos de dormir tocam na rádio?
Os contos da rádio saem destes vídeos. A grade cresce a cada estreia:


Para a lista completa, os autores e o ano de cada livro, veja a página Histórias da Amazônia para dormir.
Perguntas frequentes
A Rádio do sono é ao vivo mesmo? A transmissão acontece em tempo real no YouTube, mas a programação da noite é montada antes, com narração sintética: não há apresentador nem resposta ao chat.
Qual é o horário da Rádio do sono do Águas Profundas? Todas as noites, das 21h às 8h45, horário de Brasília.
Dá medo? Pouco. São lendas antigas lidas em voz baixa, sem gritos nem efeitos altos, e o terror é o de antigamente: um barulho distante na mata, uma canoa que segue para o sol.
Posso ouvir a noite toda? Sim. A transmissão dura 11 horas e 45 minutos. A parte final é só chuva e rio, e um temporizador do celular pode parar o player quando você quiser.
A rádio ajuda a dormir? O canal não promete efeito nenhum. É uma companhia calma para o ritual de se deitar; cada pessoa reage de um jeito.
De onde vêm as histórias? De obras em domínio público, como a Poranduba Amazonense, de João Barbosa Rodrigues (1890), O Selvagem, de Couto de Magalhães (1876), os livros de Bates (1863) e de Smith (1879) e os Contos Populares do Brazil, de Sílvio Romero. A lista está em Histórias da Amazônia para dormir e em Fontes.
Fontes
- Barbosa Rodrigues, Poranduba Amazonense (1890): edição digital.
- Couto de Magalhães, O Selvagem (1876): edição digital.
- Henry Walter Bates, The Naturalist on the River Amazons (1863): texto integral.
- Sílvio Romero, Contos Populares do Brazil (1ª edição, Lisboa, 1885; 2ª edição, Rio de Janeiro, 1897): edição digital da 2ª edição.
- Critérios de escolha das obras: Fontes.
Aviso
Esta página foi redigida com auxílio de inteligência artificial e conferida contra as fontes de domínio público citadas. A narração da rádio usa voz sintética e as imagens são geradas por IA.