Quem derruba árvore à toa, diz o registro de 1876, é condenado a errar pela mata por tempo sem fim, sem achar o caminho de casa.
Fonte: Couto de Magalhães, O Selvagem (1876), domínio público.
Este trecho é parte do episódio O Maior Mistério do Curupira: A Lenda Viva na Amazônia — lá está a história completa, a transcrição e as fontes.
